quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Uma visita de São Nicolau

‘Era a noite antes de Natal, quando durante toda a casa
Não uma criatura estava mexendo, nem mesmo um rato;
As meia foram penduradas pela chaminé com cuidado,
Em espera que são Nicolau estaria lá logo;
As crianças foram se conchegadas todas justas nas camas delas,
Enquanto visões de sugar-plums dançaram nas cabeças delas;
E mama no ‘kerchief dela, e eu em meu boné,
Tinha se conformado há pouco nossos cérebros com o cochilo de um inverno longo,
Quando fora no gramado lá surgiu tal um ruído,
Eu pulei da cama para ver o que era a questão.
Fora para a janela eu voei como um flash,
Rasgado aberto os veneziana e jogou para cima a faixa.
A lua no peito da neve novo-caída
Dado o lustre de meio-dia a objetos abaixo,
Quando, o que para meus olhos desejando saber deveria se aparecer,
Mas um trenó de miniatura, e oito rena minúscula,
Com motorista um pequeno velho, tão vivamente e rapidamente,
Eu soube em um momento deve ser o São Nicolau
Mais rápido que águias o curso dele que eles vieram,
E ele assobiou, e gritou, e os chamou através de nome;
"Agora, Dasher! agora, Dançer! agora, Prancer e Vixen!
Em, Comet! em, Cupid! em, Donder e Blitzen!
Para o topo da varanda! para o topo da parede!
Agora saia apressado! saia apressado! saia apressado tudo!”
Como folhas secas que antes da mosca de furacão selvagem,
Quando eles se encontrarem com um obstáculo, monte para o céu;
Assim até o casa-topo o curso que eles voaram,
Com o trenó cheio de Brinquedos, e o São Nicolau também.
E então, um centelhando, eu ouvi no telhado
O se empinando e manuseando de cada pequeno coiceie.
Como eu atraí minha cabeça, e estava se virando,
Abaixo da chaminé São Nicolau veio com um salto.
Ele foi vestido tudo em pele, da cabeça aos pés,
E as roupas dele eram tudo manchados com cinzas e fuligem;
Um pacote de Brinquedos que ele tinha arremessado na parte de trás dele,
E ele se parecia um pedler há pouco abertura o pacote dele.
Como olhos dele centelharam! as covinhas dele com alegria!
As bochechas dele estavam como rosas, o nariz dele como uma cereja!
A pequena boca divertida dele era tirada para cima como um arco
E a barba do queixo dele era tão branca quanto a neve;
O toco de um tubo que ele segurou apertado nos dentes dele,
E a fumaça cercou a cabeça dele como uma grinalda;
Ele teve uma face larga e um pequeno redonda barriga,
Isso tremeu quando ele riu, como um baciada de geléia.
Ele era roliço e engorda, um direito duende velho alegre,
E eu ri quando eu o, apesar de mim, vi;
Um piscada do olho dele e uma torção da cabeça dele,
Logo me deu saber que eu não tive nada a medo;
Ele não falou uma palavra, mas foi diretamente para o trabalho dele,
E encheu todas as meia-calças; então virado com um puxão,
E colocando o dedo dele do nariz dele de lado,
E dando um aceno, para cima a chaminé subiu ele;
Ele pulou ao trenó dele, ao time dele deu um apito,
E fora todos eles voaram como o desça de um cardo,
Mas eu o ouvi exclamar, antes que ele dirigiu longe da vista,
“O Natal feliz para todos, e para todos uma bom noite.”

3 comentários:

  1. Olá
    Estou passando para desejar um Feliz Natal
    Para você e sua Familia.
    Saude Paz e Sucesso!
    Fiquem com Deus e...
    Até aproxima se ELE permitir!

    ResponderExcluir
  2. Desejo-lhe um Natal pleno de luz e impregnado da sua verdadeira essência.

    Abraço

    ResponderExcluir

Mundo Leitor

É um mundo de palavras
rimadas ou não
pensadas, faladas
escondidas no coração

Mundo que é mágico
faz ser real a imaginação
Mundo que sonhei
E cantei numa canção

Mundo que é capaz
de me tirar daqui
Mundo que me dá paz
Pra dentro de mim posso fugir

Neste mundo me encontro
E as palavras me fazem um favor
Aqui eu sempre viverei
Aqui é o meu Mundo Leitor!


Autora: Dâmaris Góes

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